ValorInveste: Como planejar a aposentadoria

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Um material riquíssimo, com informações essenciais para o equilíbrio e para o sucesso financeiro de uma pessoa, principalmente no que tange à sua aposentadoria! É assim que eu posso classificar o conjunto de matérias do super competente Danylo Martins que foram veiculadas hoje pela Revista ValorInveste, do Valor Econômico, nas quais tive a oportunidade de participar como entrevistada.

Trata-se de um guia, que aborda desde as questões mais essenciais em matéria de finanças pessoais, até como investir para garantir um futuro mais tranquilo, passando pelas questões tributárias, sobretudo no que se refere ao imposto de renda.

Sendo assim, nas linhas a seguir, faço uma pequena introdução sobre cada uma delas, seguida de um botão para download do arquivo da matéria, para que você possa ler na íntegra o material (ao final deste texto, disponibilizo também um PDF com todos esses textos reunidos).

 

Como planejar a aposentadoria: O Poder da Precaução

No primeiro artigo da série, o jornalista do ValorInveste entrevistou vários especialistas da área financeira (inclusive eu), e nos indagou sobre vários pontos a respeito da relação das pessoas com o dinheiro.

Na matéria, revelei que “conseguir se imaginar no futuro é um desafio e tanto” para a maioria das pessoas, já que elas “dão muito mais valor à satisfação presente”. Porém, sabemos que “é preciso abrir mão de algo no presente para poder satisfazer as necessidades no futuro”. Sem esse nível de consciência, responsabilidade e precaução, estamos colocando os dias que virão sob grande risco.

Diante dessa cobrança de se preparar para o futuro, muita gente se pergunta: “mas se eu não viver até lá?”. Pois é… Não viver até lá não é o problema, o problema é justamente sobreviver ao seu dinheiro! E esta questão começa a ganhar contornos dramáticos justamente com o aumento da expectativa de vida. A tendência é que a gente viva cada vez mais e para isso precisaremos de mais recursos. Porém, contar com o INSS também não é solução. Então, é melhor começar a se preparar.

Foram abordados vários temas cruciais para se preparar para o futuro (orçamento pessoal, reserva de emergências, preparação para aposentadoria e o poder dos juros sobre juros) e, mais do que isso, para ter mais equilíbrio e saúde financeira no presente também. Veja aqui alguns textos meus aqui do site que cobrem o assunto também:

A respeito deste último tópico, apontei sobre o poder dos juros sobre juros, já que com o tempo, “grande parte do patrimônio para a aposentadoria vem dos juros sobre o montante aplicado, ou seja, o dinheiro trabalhou para a pessoa.” Quanto mais jovem a pessoa começar seus investimentos, mais poderá usufruir deste “poder” que somente os juros compostos são capazes de proporcionar. E neste começo de vida, as despesas costumam ser mais baixas e, em geral, as famílias ainda são menores, sem filhos, o que ajuda a poupar.

Pena, que infelizmente, muitos deixam para começar a pensar na aposentadoria quando já estão na metade de sua vida ativa, e já têm mais gastos com filhos, financiamento do imóvel, etc. “Em geral, é uma fase mais difícil para juntar dinheiro, mas quanto mais tempo a pessoa demorar, mais difícil será o esforço de poupança”. Foi o que sinalizei na entrevista!

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Como planejar a aposentadoria: Criando a própria receita

No segundo artigo, o tema foi sobre formas de criar a própria receita para a aposentadoria, que podem vir desde investimentos mais tradicionais como renda fixa (Tesouro Direto), até a compra direta de ações na bolsa, fundos de investimento multimercado, de ações e imobiliários, passando pela compra de imóveis, planos de previdência e muito mais.

O que foi abordado é que é possível tanto investir em planos de previdência privada para complementar a aposentadoria, quanto montar sua própria carteira com outras modalidades de investimento.

Especificamente no que tange à previdência privada, ressaltei que “o custo dos produtos de previdência também deve ser levado em consideração. Em geral, as taxas de administração são maiores nos fundos de previdência em relação aos demais fundos de investimento”.

Quanto a investir em ações por conta própria, acredito que não seja muito simples, já que a pessoa precisa se dedicar, conhecer as empresas e ficar bem atenta às oscilações do mercado. Mas, acho super válido montar uma carteira própria em títulos de renda fixa e de inflação do Tesouro Direto, fundos multimercado e fundos de ações, sendo estes dois últimos para quem tiver um perfil menos conservador. Fundos imobiliários e imóveis também compõem bem o portfólio pessoal.

Por fim, quanto aos imóveis, lembrei que “o brasileiro gosta de imóvel porque é um bem real, mas deve lembrar que precisa pagar IPTU e condomínio [se o imóvel não estiver alugado], e não pode considerar o aluguel recebido como 100% dessa renda”, já que precisa provisionar uma parte deste recebimento para as épocas de vacância, além dos custos de possíveis reformas para evitar que se deprecie.

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Como planejar a aposentadoria: Por dentro do benefício fiscal

Por fim, a terceira matéria da série do ValorInveste entrou a fundo nas questões tributárias, sobretudo no que se refere ao Imposto de Renda.

O texto mostrou que quem investe até 12% de sua renda bruta tributável em um PGBL ou em fundo de pensão, pode abater este montante de sua base de cálculo do imposto de renda e aumentar sua restituição ou diminuir o valor a pagar em abril. Para isso, é necessário ser contribuinte do INSS ou regime próprio, ou ainda ser aposentado ou pensionista e declarar pelo modelo completo.

Porém, como citei na entrevista, vale lembrar que tanto o 13º quanto os recebimentos via Participação nos Lucros (PLR) são tributados definitivamente na fonte e não entram neste cálculo.

Expliquei também na conversa com Danylo que quando vai aumentado a receita tributável da pessoa, ela acaba ultrapassando o limite para dedução da base de cálculo da declaração simplificada (20% da receita tributável bruta, limitado à R$ 16.754,34) e passa a fazer sentido efetuar a declaração pelo modelo completo. Principalmente se tiver muitas despesas dedutíveis como: dependentes, educação e médicos. E é aí que entra também o aporte em PGBL, como mais uma despesa dedutível, que será somada às demais citadas acima.

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Pronto! É isso! Vale muito a pena conferir e saber mais sobre como planejar sua aposentadoria. Se você quiser fazer o download de todos os três artigos reunidos, clique aqui, ou clique no botão a seguir: